Porta de entrada
Pessoas que cruzaram a porta
Ocupação por área, horário de pico, tempo de permanência e aparelho parado — nas câmeras que a sua academia já tem. Sem sensor no teto, sem obra e sem trocar equipamento.
O seu sistema de gestão não sai do lugar, e a catraca continua sendo a catraca. Eles sabem quem entrou, quando entrou e se a mensalidade está em dia — e é assim que tem de ser. O que ninguém mede hoje começa um passo depois da roleta, quando o aluno some dentro da academia por cinquenta minutos.
Você desenha a área com o mouse, em cima da imagem da própria câmera. A partir daí ela vira um número que anda sozinho: quantos estão dentro, por quanto tempo, e a que horas isso muda. Quatro áreas cobrem quase tudo o que uma academia precisa saber.
Não precisa ser quatro, e não precisa ser estas. A área é onde a sua academia tem pergunta: o box de funcional, a área de alongamento, a sala de avaliação, o estacionamento.
Os mesmos números, área por área, atualizados enquanto a academia funciona — e a barra de cada hora ao lado, para você ver a que horas aquilo aconteceu.
Pessoas que cruzaram a porta
Pessoas esperando atendimento
Alunos na área
Aparelhos em uso
Esteiras ocupadas
Aparelhos em uso
Alunos na sala
Alunos na sala
Números ilustrativos.
A mesma área, a semana inteira, hora a hora. Ninguém precisa explicar o que significa uma faixa apagada no meio da tarde — nem o que significa a mancha de terça às 19h.
Estas são as quatro decisões que o dado de ocupação costuma provocar primeiro. Nenhuma delas depende de comprar mais nada: todas são um remanejamento do que a academia já tem.
A sala de aula das 15h rodou a semana inteira com quatro alunos, enquanto a musculação das 19h teve trinta e quatro pessoas para um professor.
Trocou a escala: o professor da tarde passou para o pico da noite. Uma mudança, custo zero.
Sessenta e um por cento do tempo, as bicicletas ficaram paradas — inclusive no horário de pico, com fila nas esteiras.
Tirou quatro bicicletas, pôs duas esteiras. O aparelho que ninguém usava virou o que faltava.
Dezenove alunos por dia entram, ficam menos de quinze minutos e vão embora — quase todos entre 18h e 20h.
Ligou para eles. Descobriu que era espera de aparelho, e mudou a rotina de treino do horário.
A fila da recepção passa de cinco pessoas todos os dias às 18h40, e some às 19h10.
Passou o segundo atendente para essa meia hora. O alerta no celular avisa quando volta a acontecer.
A academia de oitocentos alunos, com ticket de R$ 130, é o exemplo mais comum do setor. É por essa conta que se decide se vale a pena medir alguma coisa.
E setenta e dois por cento dos cancelamentos acontecem nos primeiros noventa dias — antes de o aluno virar rotina. Quem entra às 19h, espera vinte minutos por um aparelho e vai embora em doze minutos está nessa conta. Hoje ele sai sem deixar rastro: a catraca registrou a entrada dele igual à de quem treinou uma hora. Recuperar cinco desses por mês são R$ 650 de mensalidade mais R$ 1.750 de captação que você não precisa gastar de novo.
O que o Recognis conta é presença numa área. Quantas pessoas, por quanto tempo, a que horas. O número que chega ao painel é do espaço — a musculação teve trinta e quatro pessoas às 19h —, e não de quem estava nele.
É por isso que ele mede área e não pessoa: para o dono, saber que o pico das 19h precisa de mais um professor vale mais do que saber o nome de quem estava lá. E é a resposta para a pergunta que a equipe vai fazer — o painel não sabe, e não tem como saber, quem estava dando aula.
Testamos a compatibilidade antes, e a primeira leitura é feita nas suas próprias câmeras, com os seus alunos — não numa demonstração gravada em outro lugar.
O que a academia precisa terO gravador que você já tem (NVR, DVR) ou câmeras IP na rede
Um computador dedicado ao Recognis, na mesma rede
Alguns minutos para desenhar a primeira área
Conectamos uma câmera sua, desenhamos uma área e devolvemos o relatório do que aconteceu em 48 horas. Se a sua instalação não der uma leitura boa, nós dizemos — antes de existir proposta.
Se preferir, inicie uma conversa.
Não é reconhecimento facial. O que o Recognis conta é presença numa área: quantas pessoas, por quanto tempo, a que horas. O número que chega ao painel é do espaço, não da pessoa — e por isso nada disso é dado sensível.
As gravações continuam no seu gravador: o vídeo completo não sai de lá. Para o painel vão apenas recortes pequenos das cenas necessárias para a análise, e eles ficam disponíveis para mostrar a origem de cada número. E nada é instalado em vestiário ou banheiro.
É a pergunta certa a fazer, e a resposta está no desenho: o Recognis mede a área, não a pessoa. O painel diz que a musculação tinha trinta e quatro alunos às 19h — ele não sabe, e não tem como saber, quem estava dando aula.
Na prática o dado costuma jogar a favor da equipe: é ele que prova que o pico das 19h precisa de mais um professor, e é ele que mostra que a sala da tarde não precisa de dois.
Quarenta e oito horas, nas suas câmeras,
sem custo e sem compromisso.